Com uma rápida busca no Google, conseguimos diagnosticar uma simples dor de cabeça como uma doença gravíssima, mesmo sem qualquer respaldo médico.
Essa prática pode ser muito perigosa.
O Google nos auxilia em milhares de questões, como a localização em cidades diferentes e achar o melhor restaurante de comida japonesa.
Ou, ainda, na busca por um guincho quando o motor do carro deu problema, por exemplo.
É uma ferramenta de busca essencial, mas devemos ter muito cuidado, pois seu uso deve ser feito com atenção.
O mesmo vale para a elaboração de contratos.
Em uma busca rápida pelos modelos presentes na internet, percebe-se que há muitos deles desatualizados.
A sua utilização pode trazer prejuízos às partes envolvidas ou deixar de tratar sobre assuntos importantes da atualidade.
Exemplo disso é uma empresa que utiliza padrões de contratos da internet que certamente não conterão as cláusulas pertinentes da LGPD.
Caso contenham, não estarão adequadas para o negócio específico daquele estabelecimento.
Da mesma forma acontece com os modelos genéricos, pois cada empresa tem a sua particularidade.
A lei pode exigir um formato específico para aquele contrato que, se estiver em desacordo, pode ser anulado, com as partes saindo no prejuízo.
Por isso, o ideal é não utilizar essas opções, que podem trazer sérios riscos para a formalização do seu negócio.
Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário!
Siga nosso perfil no Instagram @masseron_advocacia
#contratos #dicasdedireito #dicasjurídicas #direitoacessível #documentosjurídicos #direitoparatodos #direitoinformativo #contratoverbal #contratoescrito #modelodecontrato #modelosdecontratos #contratosgenéricos

