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Contratos do Google ou modelo genérico, usar ou não?

Com uma rápida busca no Google, conseguimos diagnosticar uma simples dor de cabeça como uma doença gravíssima, mesmo sem qualquer respaldo médico.

Essa prática pode ser muito perigosa.

O Google nos auxilia em milhares de questões, como a localização em cidades diferentes e achar o melhor restaurante de comida japonesa.

Ou, ainda, na busca por um guincho quando o motor do carro deu problema, por exemplo.

É uma ferramenta de busca essencial, mas devemos ter muito cuidado, pois seu uso deve ser feito com atenção.

O mesmo vale para a elaboração de contratos.

Em uma busca rápida pelos modelos presentes na internet, percebe-se que há muitos deles desatualizados.

A sua utilização pode trazer prejuízos às partes envolvidas ou deixar de tratar sobre assuntos importantes da atualidade.

Exemplo disso é uma empresa que utiliza padrões de contratos da internet que certamente não conterão as cláusulas pertinentes da LGPD.

Caso contenham, não estarão adequadas para o negócio específico daquele estabelecimento.

Da mesma forma acontece com os modelos genéricos, pois cada empresa tem a sua particularidade.

A lei pode exigir um formato específico para aquele contrato que, se estiver em desacordo, pode ser anulado, com as partes saindo no prejuízo.

Por isso, o ideal é não utilizar essas opções, que podem trazer sérios riscos para a formalização do seu negócio.

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